sexta-feira, março 25, 2016

LETTER FROM THE PRESIDENT - Março 2016

 LETTER FROM THE PRESIDENT          





Gozo, 24th  March 2016.

Dear Colleague, Friends,

I want to begin this issue of the President’s Newsletter to wish you a nice Easter season and vacations as well to congratulate you all for our outstanding Paris meetings.
As a new president of this association, the first thing I’ve to do is to thank my predecessor for his excellent job over the last two years and to mention that the title of “Honorary President” is well merited.  I’m happy to continue of what was his first realisation, to know this “Letter from the President”.



The Restricted Bureau is completed with Ilona Graenitz (Austria), Rune Rydén (Sweden) and Jerzy Jaskiernia (Poland).
In fact, we communicate not only with our delegates of different associations but this “tool” enable us to keep in touch with our former members or colleagues on the other side of the Atlantic.

         
French Senate, setting for the dinner. Visiting Canal St-Martin under restauration.
         

As can be seen from my submission for my candidacy I noted down that during my two years term as President, I will endower to:
a) Seek from National Parliaments the financing required for any association to be able to function properly and should be.
b) Seek as well from the Council of Europe and the European Union financial funding to facilitate our work and programmes.
c) Peruse aims with the Council of Europe and OSCE for our Members participation in monitoring and field missions.
d) Revamp communications between our members and promote our activities with the respective National Governments by means of our website.
This is an ambitious agenda. Hard and persistent efforts have to be made. Till the present time we have already received information about the respective associations financial positions and this will be followed up.
As for the status of the former parliamentarian and particularly his pension, we are working on the different pension schemes that exist for us throughout Europe.  The questionnaire was spread by the ECPRD and it takes our secretariat a lot of time to distillate the big amount of information into a report.
Moreover Mr Fourré, together with our secretariat, is working out a website accessible to everyone. May I also gently remind our actual delegates to post their C.V. to the secretariat as soon as possible so they can create your members profile.  The website is there not only for you, but is also made by you.
Well, the next “hot item” is to talk about the Arctic.  Coming from the extreme south of Europe, one would only think of freezing temperatures.  But the climate is changing.  And what about the geopolitical issues ?  Indigenous people ? Fishing ?  I really look forward learning and discussing about this in Stockholm mid-June.
One final word. Thanks to all the participants of the second VEDOVATO PHOTO CONTEST, and of course to the jury and the winner.
Yours sincerely,
Lino DeBono.



VEDEVATO PHOTO CONTEST

1. WINNER (draw) « Portuguese Sirtaki »
autor : Maria La Salete Arcas da Silva (partner of our president) – Zarco monument Madeira








1. WINNER (DRAW) : “LuISS University”
autor : FMA (European Parliament)

LUISS offers an innovative educational approach for graduate and professional studies: the LUISS Business School, the School of Government, the School of Law, and the School of European Political Economy.  Here you see President Barón Crespo as a lectorar.

3.WINNER : “Silence of the Weapons”
autor : Jose Jodar-Martinez (partner of Krist Decanniere) – VIC Vienna


quinta-feira, março 17, 2016

Próxima Conferência/Debate- “Reengenharia de Funções no Século XXI” - 11 de Abril de 2016


CONVITE
 Exmo/a. Senhor/a,
A Associação dos Ex-Deputados da Assembleia da República e a Cruz Vermelha Portuguesa vão realizar a 2.ª conferência do Ciclo de Conferências/Debate sobre Emprego, Educação e Reengenharia de Funções.
Convidamo-lo a participar nesta 2.ª Conferência “Reengenharia de Funções no Século XXI”, no próximo dia 11 de Abril, das 14h30 às 18 horas, no Auditório do Edifício Novo da Assembleia da República.
Conferência tem como oradores o Professor Luís Capucha com o tema “A sociedade do futuro: prioridade na educação e formação de ativos” e o Professor Luís Valadares Tavares com a intervenção “Novas competências para a sociedade em rede: inovação e globalização” e como moderadora a Dr.ª  Maria Flor Pedroso 
Contamos com a vossa presença,



A entrada na conferência é livre mas sujeita a inscrição.
Pode proceder à inscrição no link acima.
Pode ainda enviar a sua inscrição para aedar@ar.parlamento.pt indicando os seguintes dados:
- Nome 
- Profissão
- Contactos

segunda-feira, março 07, 2016

Ciclo de Conferências/Debate- Resumo -Um Sistema Educativo para as Profissões do Futuro


Emprego, Educação e Reengenharia de Funções

Ciclo de Conferências/Debate

1.ª CONFERÊNCIA- Resumo  da conferência

Um Sistema Educativo para as Profissões do Futuro

A dia 29 de Fevereiro a AEDAR realizou conjuntamente com a CVP a 1ª Conferência de um Ciclo de Conferências / Debate agendadas para este ano sobre a temática Emprego, Educação e Reengenharia de Funções.

A 1ª Conferência abordou o seguinte tema “ Um sistema educativo para as profissões do futuro”. Contámos com a presença dos seguintes oradores: David Justino e Augusto Mateus, tendo tido, como moderador, Pedro Marques Lopes.

Desta Conferência podemos sintetizar alguns dos pontos mais importante focados durante a conferência e durante o debate, que foram bastante esclarecedores.

 

Iniciou-se a Conferência com o Prof. David Justino. A primeira questão fundamental que colocou foi “ O que se entende afinal por conhecimento?”. Defendeu que, atualmente, o conhecimento é um produto transacionável, tal como outro qualquer bem ou produto de mercado, o conhecimento incorporado nas pessoas é um bem que se importa e exporta porque o mercado atual vende capacidades e transporta de uns países para os outros pessoas e conhecimentos, o que confere um elevado grau de valor ao conhecimento na sociedade em que vivemos atualmente.

O valor do que fazemos atualmente é maior porque existe maior conhecimento, investigação, ou seja, acredito que o maior valor que as sociedades possuem atualmente é precisamente o conhecimento de cada pessoa e, por esta razão, quanto mais uma sociedade for instruída, quanto mais fomentarmos a aquisição de conhecimentos, mais prósperos poderemos ser enquanto país, tendo a capacidade de nos adaptarmos às constantes mudanças internacionais das necessidades dos mercados.

A Escola tem um papel crucial, enquanto elemento de transmissão de educação e conhecimento, no entanto, a Escola tem de perceber que ao ensinar os seus alunos, deve prepará-los para se adaptarem a situações não previstas, a mercados cada vez mais segmentados e cada vez mais mutáveis. Em suma, a Escola não pode ser estática, tem de evoluir e conduzir de forma séria a forma como instruí os seus alunos, de modo a ensiná-los a adaptarem-se à nova realidade do mercado e às suas constantes mutações.

O mercado de trabalho tradicional quase que deixou de existir, o mercado internacionalizou-se, tornando-se um risco para o conceito que a nossa sociedade tem de mercado de trabalho. Em Portugal é mais fácil um trabalhador emigrar para a Inglaterra do que, por exemplo, deslocar-se de Lisboa para Bragança.

O custo de um aluno no sistema de ensino nacional é elevado, dado que, o número de pessoas com conhecimentos que emigram é cada vez mais elevado, estamos a exportar conhecimento a custo zero para estes países, perdendo Portugal este valioso material humano que é o conhecimento.

 

Passando a palavra ao Prof. Augusto Mateus a primeira ideia que este nos deixou foi a importância da Educação enquanto sistema de elevação social, ou seja, a possibilidade de estudar e de adquirir conhecimento ao longo da vida permite ascender socialmente através da obtenção de melhores empregos e, inexoravelmente, melhores rendimentos desse trabalho.  A questão colocada foi: “ Como obter do atual sistema de ensino nacional resposta para esta questão”, dado que o mercado nacional mudou, não há emprego para todos, nem empregos qualificados para todas as pessoas com qualificações que temos. A Escola e todo o sistema nacional de ensino têm de refletir bastante sobre esta matéria.

A grande questão é que o sistema de ensino nacional focaliza-se apenas no presente, no curto prazo, esquecendo-se que o mundo é global, que estamos inseridos nesse mundo e que este está em permanente mutação e as escolas e os seus programas deveriam acompanhar, desde o início da fase escolar, aos 6 / 7 anos, este ritmo de constante mudança.

Outro fator de relevo é o facto de o ensino não ser algo democrático, contudo, deve ser usado para a saudável manutenção da democracia. Existe ainda uma elevada iliteracia política e democrática nos cidadãos, mesmo naqueles que possuem graus académicos.

A aprendizagem (de preferência contínua) é o segredo para a resolução dos nossos problemas. Há uma grande confusão, atualmente, entre o conceito de conhecimento e informação. Um cidadão informado não significa que seja um cidadão enriquecido de conhecimento, pelo contrário. Pode-se ter a informação útil sobre algo sem se ter o conhecimento.

Para uma sociedade bem-sucedida a aprendizagem, na sua globalidade, deve ser transmitida, as pessoas com capacidades que criam, coordenam e gerem organizações, devem conseguir que estas perpetuem os seus conhecimentos para além deles e depois deles.

Isto só será possível se a formação for de referência nas escolas, portanto, temos de formar jovens cada vez mais capacitados, mas também não pudemos deixar que as empresas e organizações eliminem dos seus quadros laborais a sabedoria dos mais velhos. Esta deve ser aliada à capacidade e inovação dos mais jovens. A realidade é que este pormenor, tão importante, tem faltado na nossa sociedade e no nosso tecido empresarial.

A educação é a base fundamental para a cidadania, para a causa pública e para o privado, ela é mesmo a solução para grande parte dos problemas nacionais e internacionais. Sem educação nenhuma sociedade próspera, e esta educação deve ser ministrada preparando os alunos, desde muito cedo, para as constantes mutações do mundo, dos mercados e da própria sociedade.

A economia dos últimos 30 anos funcionou a partir das necessidades, isto é, adaptou-se a produção à procura e não o contrário. Esta mudança foi de tal forma colossal, que passámos do produzir primeiro e vender depois, para uma economia em que se vira primeiro para a procura, para a venda, e só depois para a produção, ou seja, só se produz aquilo que se tem a garantia de ser vendável.

Esta alteração na economia de mercado acelerou a produção porque o consumidor passou a ser o segmento que guia a produção e não o contrário.

A segunda fragmentação da economia mundial foi o aparecimento massivo de novas tecnologias de comunicação e informação. Estas conduziram a uma redução de custos do trabalho, de deslocações e de diferenças sociais, dado que globalizaram o mundo no acesso às mesmas condições de vida: saúde, educação e informação.

Como pode então uma sociedade funcionar melhor, colmatando falhas e corrigindo lacunas na sua estrutura económica? Esta é uma resposta difícil. Uma sociedade só pode corrigir falhas e lacunas económicas tornando-se eficiente a nível económico, ou seja, a economia nacional deve ter em conta que ser eficiente é obter margem de manobra para tudo.

 

Por exemplo, no caso da indústria. O valor da economia associado à indústria assenta em dois pontos principais: investigação e desenvolvimento. Isto é, O valor da economia está onde estão os produtos, onde podemos escolhê-los ao melhor preço e na proximidade ao consumidor, conhecendo e antecipando a procura porque produz para quem quer e pode comprar.

Em Portugal esta não é ainda a realidade. Temos uma indústria transformadora mas com pouco valor comercial, continuamos a produzir esperando que comprem, não nos adaptámos às mutações mundiais da economia e a educação é indispensável neste processo. Só assim poderemos ser novamente competitivos.

Em suma, uma economia competitiva é aquela que gera valor e tem por base a realidade do mercado e dos consumidores. Transformar a Escola no grande terreno vanguardista é um objetivo a cumprir. A função da Escola deve ser, cada vez mais, preparar os alunos para a realidade, não apenas a do presente, mas principalmente o que será o mundo no futuro, isto é, anteciparmo-nos ao mercado e ao que será feito daqui a 10 anos e não agora.

 

Passando novamente a palavra ao Prof. David Justino nova questão se colocou: “ Aprende-se só na Escola?”. “ Qual a importância das empresas na aprendizagem enquanto geradoras de valor social?”.

 

Criou-se a ideia que a escola é o local onde se aprende a aprender , a busca pelo prazer do conhecimento nem sempre está associada a este método de ensino que temos, uma vez que, nas camadas jovens o interesse pelas disciplinas dadas é muitas vezes reduzido, só se alcança o prazer por aprender e o desejo de querer aprender mais quando a formação que adquirimos se torna útil, e entra na realidade da nossa vida.

 

Na minha opinião, a forma como se ministra o ensino atualmente desvaloriza essa necessidade de transmitir aos alunos a importância do conhecimento. Um aluno que não seja bem-sucedido a matemática pode ser, contudo, ótimo aluno a português. Desvaloriza-se nas escolas as capacidades e os dons de cada aluno, se uma criança tem uma tendência natural para gostar mais de uma disciplina do que outra, então deve ser incentivada a dedicar-se, com prazer, a explorar cada vez mais os seus conhecimentos sobre essa disciplina. Assim, o aluno não sentirá o peso do insucesso sobre si, nem se sentirá desmotivado na escola, porque terá o prazer de se sentir realizado na disciplina ou disciplinas que mais gosta.

A escola precisa de hábitos de trabalho, de ensinar a aprender que há determinadas matérias que só se aprendem depois de as compreendermos, embora, o método usado nas escolas continue a ser o treino, o estudo e a memorização. Memorizar nem sempre significa compreender ou aprender. Por muito aborrecidas que determinadas matérias nos sejam em idade escolar, serão úteis mais tarde. Por isso, é importante que a escola direcione o seu método de ensino para o incentivo, para a aprendizagem e compreensão global do que se ensina.

È a escola que tem de ter o papel de criar nos seus alunos a rotina da aprendizagem, demonstrando igualmente que a aprendizagem não termina quando concluímos os estudos, é eterna e continua, ao longo da vida estamos constantemente a aprender.

Neste processo de aprendizagem contínua as empresas nacionais têm um papel a desempenhar: é nelas que os conhecimentos já adquiridos se colocam em prática, porém, as próprias empresas devem fomentar e facilitar a formação contínua dos seus empregados, não deixando a estagnação de conhecimentos impedir também a estagnação da empresa e do mercado, dado que, a sociedade atual está em constante mudança e temos de nos adaptar, a nível global, a estas mudanças. Esta adaptação faz também parte do processo contínuo de aprendizagem.

Resumindo, a escola tem o papel crucial na preparação das pessoas para o futuro, nela assentam as bases de formação e preparação dos alunos para o futuro, para um mundo em constante mutação, portanto, o que aprendemos hoje tem de se adaptar ao que será o mundo daqui a 10 anos. Esta é a única forma de crescermos enquanto sociedade, sermos cidadãos conscientes e prosperarmos economicamente.

 

 

Lisboa, 29 de Fevereiro de 2016

 

Vânia Jesus

 

 

quarta-feira, março 02, 2016

Conferência/ Debate- - Um Sistema Educativo para as profissões do Futuro





Emprego, Educação e Reengenharia de Funções Ciclo de Conferências/Debate 

1.ª CONFERÊNCIA- 29 de Fevereiro de 2016

 Um Sistema Educativo para as Profissões do Futuro 

O crescimento e a internacionalização da economia portuguesa carecem da existência de recursos humanos qualificados, habilitados para as novas exigências do mercado e da inovação tecnológica. A educação e a formação ao longo da vida devem ser repensadas para responder aos desafios da revolução tecnológica que se perspetivam nos próximos anos. 



Oradores: 
  • David Justino 
  • Augusto Mateus 


Moderador: 
  • Pedro Marques Lopes


 Local: Auditório do Edifício Novo da Assembleia da República 

Horário: 14h30 : 15h00 - 
Receção e Acolhimento 15h00 - 
Pausa para Café 16h45 
Debate: 17h